quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

              A samambaia e o Bambu


Você está vendo a samambaia e o bambu?





Certo dia, um homem sentido-se totalmente derrotado e vencido, onde nada fazia sentido, avistou uma pequena fonte d’água e parou para contemplar.


Junto à fonte, num banco já desgastado pelo tempo, um velho senhor o olhava com muita atenção.


Estava a poucos passos e fez um gesto para que ele se aproximasse dele.


– O que se passa com você, meu jovem? – ele perguntou com um ar sereno, embora preocupado.


– Nada, para mim, funciona. Sou o homem errado para esse enredo de vida que alguém me escreveu.


Sua resposta o surpreendeu o velho senhor, que lhe disse:


– Olhe em redor. Você está vendo a samambaia e o bambu?


– Sim, estou vendo.


– Pois bem, a Vida se encarregou de semear, a um só tempo, as samambaias e o bambu. A ambos não faltaram água, luz, seiva… A samambaia cresceu rapidamente. Seu verde brilhante cobria o solo. Porém, da semente do bambu nada saía.


– Apesar disso, a Vida não desistiu do bambu. No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa. E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu. Mas, a Vida não desistiu do bambu.


– No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa. Mas, no quinto ano, um pequeno broto saiu da terra. Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno, até insignificante.


– Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 5 metros de altura.


– Ele ficara cinco anos afundando raízes. Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram o necessário para sobreviver.


– Essa dor que você sente e aparenta ser sem propósito, ao longo de todos esses anos, é, na verdade, o rasgo de suas raízes. Elas estão se tornando mais profundas aí dentro.


Autor: Desconhecido






Pense nisso e viva melhor!


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terça-feira, 13 de dezembro de 2016


       Os detalhes da catedral do Papa: a Basílica de São João do Latrão.






Seu nome é, na verdade, Basílica do Salvador, mas é mais comumente conhecida como a Arquibasílica de São João de Latrão, “mãe e cabeça de todas as igrejas de Roma e da Terra”. É a catedral onde o Papa toma posse de sua cadeira como Bispo de Roma, e foi consagrada pelo Papa São Silvestre em 324.

Seu nome, “Latrão”, vem dos antigos proprietários do lugar, os “Laterani”, que enfrentaram dificuldades econômicas durante o reinado de Nero, de modo que seus bens foram confiscados pela autoridade imperial, indo parar nas mãos da esposa do imperador Constantino, que posteriormente teria doado à Igreja, após a vitória na batalha de Ponte Milvio. Originalmente construída em um sóbrio, mas impressionante estilo paleocristão, hoje a Basílica é inconfundivelmente barroca, após a reforma radical do século XVII, guiada por Francesco Borromini.

No vídeo em destaque, compartilhado no YouTube por Rome Reports, a história da Arquibasílica é contada em detalhes, bem como os detalhes arquitetônicos do templo.





domingo, 11 de dezembro de 2016

Como conseguir força interior!

Ergo os meus braços para o céu porque é de lá que vem o meu socorro!

"A morte é mais forte do que a vida. Mas o amor é mais forte do que o a morte."
                                                                                                                  
                                                                              Proverbio moçárabe

Surge muitas tristezas durante a vida: traumas marcas  e situações que não aceitamos´ferem profundamente nosso ânimo. Sofrimentos que chegam quando menos esperamos:o falecimentos de alguém,uma doença,dificuldades na família,com os filhos, esposa, marido, mulher, pais,situações que muitas vezes decepcionam. Por algum motivo qualquer a tristeza pode aparecer. Mas você não pode se entregar a ela.

"Não entregue sua alma a tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos."

 É como está escrito no livro do eclesiástico,um grande pensador das coisas de DEUS,no capitulo 30,versículo 22.

  A pessoas paga um alto preço quando se entrega a sua alma ao desanimo ,com isso você acaba entregando a si mesmo as tristezas da vida, a entregar a si mesmo as doenças da alma,quando se perde a alegria a paz a saúde desarticula tudo e tudo se transforma em pré-ocupações;

Precisamos de cura interior:

Padre Rufus também nos dizia que: “A Cura Interior é uma espécie de chave para a cura total da pessoa. Da mesma forma sem a Cura Interior, não é possível ser curado de doenças físicas, tampouco experimentar a libertação.”
Por isso achei importante destacar alguns passos que poderemos de forma concreta iniciarmos nesse processo de Cura Interior.
Uma coisa muito importante quando entramos neste processo de Cura Interior é que nada pode ser desvalorizado ou deixado passar, tudo deve ser levado muito a sério, pois é a partir destes fatos que conseguiremos uma vida em plena liberdade!
Três passos podem ser enumerados para iniciarmos o nosso caminho para a Cura Interior:
 O Primeiro Passo é reconhecer que há uma necessidade de Cura Interior, e descobrir em qual área da sua vida que esta cura precisa atuar.É o momento de nosso diagnostico é necessário que a pessoa se observe, observe a sua vida, procure também outras pessoas para ajuda – lá e conte com a principal ajuda para este diagnostico que é a inspiração do Espirito Santo.
E você pode se perguntar: Como descobrir o problema que de fato eu tenho?
A resposta, encontramos na própria medicina, naquilo que vemos nos consultórios médicos.
A nossa primeira atitude é pararmos e examinarmos todos os sintomas que trazemos que possam estar ligados aquilo que entendemos que seja o nosso problema. É importante que os sintomas físicos e emocionais sejam também examinados. É necessário averiguar sintomas como: cansaço, tristeza, inveja, ciúmes, raiva, desânimo, angustias, e assim por diante, pois estes sintomas facilitam a identificação do problema.
É necessário um cuidado com o diagnostico para o conhecimento do todos os sintomas.
– O segundo passo é remover os bloqueios para a Cura Interior. Para se chegar a Cura é necessário um diagnostico correto dos sintomas emocionais relacionados no primeiro passo.
Padre Rufus nos ajuda dizendo que, a experiência indica que existem quatro principais sintomas emocionais na qual precisamos ir a fundo e entendermos pela qual destes sintomas emocionais estão surgindo os sintomas físicos ou mesmo emocionais do diagnostico do primeiro passo.
São eles:
– Sentimento de Rejeição: Geralmente ele acontece em nossos relacionamentos com outras pessoas, sendo mais acentuado quando estas pessoas nos são muito próximos ou temos algum tipo de laço de sangue com ela.
A rejeição acontece quando sentimos que não somos amados ou respeitados por quem nos é importante e por quem amamos. Isso não significa que de fato estas pessoas não nos amem ou nos faltem com respeito, mas nós nos sentimos assim, não sentimos esse amor.
Queríamos que estas pessoas que nos são tão queridas nos olhassem de outra forma, tivessem outras atitudes conosco; queríamos de fato sentir um pouco de amor por parte destas pessoas.
Não devemos culpar ninguém por isso, isso é muito importante dentro do nosso processo de cura.
Orando pelo sentimento de rejeição
– Sentimento de Inferioridade: Este sentimento diz do relacionamento com nós mesmos. Geralmente quando vivemos o processo de comparações. Comparações com os irmãos, com colegas de escola ou até mesmo com outras pessoas. “Você não é tão inteligente como seu irmão”, “Você é muito lento, vou pedir para outra pessoa fazer isso…”ou ainda palavras do tipo: ” Você é burro….Você é incapaz de fazer isso…”
Com isso começamos a nos ver de maneira inferior as pessoas, a termos uma autopiedade e pode – se chegar ao sentimento de ódio contra mim mesmo, e ainda em seu extremo a autodestruição.
Orando pelo sentimento de inferioridade
– Sentimento de Culpa: Este sentimento geralmente nasce quando cometemos muitos erros e sentimos que por causa destes erros nem Deus nos perdoará, e deixará de nos amar. O sentimento de culpa é algo terrível! É algo que se não cuidarmos ele pode levar a graves consequências, Conheci pessoas que tiveram o desejo de se matar por se sentirem culpadas por algo e não se perdoarem. O Sentimento de culpa pode facilmente levar uma pessoa a depressão profunda.
A Bíblia nos ensina que: “Se vossos pecados forem vermelhos como escarlate, ficarão brancos como a neve” (Is 1,18)
Em Jeremias é dito: “Já terei perdoado suas culpas, de seu pecado nunca mais me lembrarei.” (Jr 31, 34)
E ainda São Paulo nos diz: “Em Cristo Jesus não há mais condenação.” ( Rm 8, 1-2)
– Sentimento de Medo: Não diz respeito a medos comuns que provêm de situações adversas que nos acontece. Mas diz de medos sem uma certa lógica, sem razão, como por exemplo, o medo do escuro, medo de doenças como câncer, a Aids, medo de estar no meio de uma multidão, medo da solidão, medo até mesmo de respirar por causa das bactérias no ar.
E como este medo chega em nosso vida? Geralmente por aquilo que escutamos de outras pessoas, e então começamos a ter estes medos. Escutamos certas coisas, determinados assuntos, e isso entra em nossa mente com uma força que nem conseguimos controlar.
Por isso a bíblia repete mais de 360 vezes: “Não tenhais medo. Nada temais.”
Orando pelo sentimento de medo
Estas são as quatro principais áreas que precisam de Cura Interior. Por isso é necessária a oração e a luz do Espirito Santo para que iluminando as áreas escuras de nossa vida possamos identificar a causa dos problemas que hoje trazemos.
E chegamos exatamente no terceiro passo que é a oração: Identificados os sintomas e discernidos de onde estão surgindo, é o momento de rezarmos e pedirmos a Deus pela nossa cura, pela cura da nossa historia. É necessário permitirmos que Deus por meio do Espirito atue livremente em nós para nos curar.
Identificados de onde provém estes sintomas é o momento de rezar! Rezar à luz do Espírito Santo para que Ele visite estas áreas de nossas vidas e nos Cure e Liberte.
É importante dizer que não é algo simples, e que é feito somente uma vez. Este processo é por vezes um processo árduo que exige de nós esforço e dedicação.
Já temos um bom material para iniciarmos a nossa caminhada rumo a nossa Cura Interior. Não vamos esquecer que isso exige muito esforço e querer da nossa parte. Deus nada fará se não fizermos o mínimo que cabe a cada um de nós!


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Relações conjugais

Casal que ora a família prospera.

WASHINGTON, 27 de Ago. 15 / 02:20 pm (ACI).- Entre os numerosos
casais católicos que chegam no consultório do sacerdote P. T.G Morrow, em Washington D.C (Estados Unidos), a fim de começar a terapia familiar, dois casos impressionaram de maneira especial o presbítero.

Em relação a muitos temas, esses casais eram perfeitos: estavam abertos à vida, educavam os seus filhos na fé e normalmente recebiam os sacramentos. Mas ambos os matrimônios acabaram gerando a separação. O culpado? As irritações.

“As irritações são um veneno”, assegurou ao Grupo ACI o Pe. Morrow, teólogo moral e autor de Overcoming Sinful anger (Superando a ira pecaminosa). “Se um esposo constantemente fica zangado com sua mulher, isso destrói a relação. Acaba tornando-a dolorosa até chegar ao ponto de uma separação”.
A experiência desta irritação é universal. É natural, pode ser incontrolável e é uma resposta ao comportamento de outros, afirmou Pe. Morrow. Muitas vezes as irritações podem ser corretas, Santo Tomás de Aquino disse que se a irritação se une à razão era digna de louvor; mas, na maioria das vezes, estão encaminhados à ira pecaminosa, motivada pelo desejo de vingança, explicou.


“É extremamente importante que as pessoas sejam conscientes de que a ira e as irritações podem ser algo sério, especialmente se estão unidos a arrebatamentos maiores que machucam a outras pessoas”, afirmou o Pe. Morrow.

A ira destrói, por isso muitos peritos matrimoniais recomendam aos casais ter cinco reações positivas por uma de irritação.

“A irritação, quando expressada de forma incorreta, é um veneno para as relações”, afirmou o sacerdote. “Os esposos precisam ser especialmente cuidadosos com isto e trabalhar para superá-lo”.

Apesar de o sentimento de ira ser natural e impossível de evitá-lo, o Pe. Morrow assegurou que é importante conhecer como expressar a irritação e a desconformidade de uma maneira efetiva e positiva. O primeiro passo é decidir se vale a pena ficar zangado.

“As pessoas ficam zangadas por pequenos motivos, coisas sem importância”, afirmou. “Devemos pensar: ‘vale a pena ficar chateado por isso?’ Se a resposta for negativa. Simplesmente devemos esquecer”.

Se o teu aborrecimento é justificado e a confrontação terminará sendo algo positivo para o outro, utilize o humor e a diplomacia para expressá-lo. Se a confrontação ajudará que o outro seja melhor, então, apontou Pe. Morrow, pode ser uma boa ideia oferecer seu aborrecimento ao Senhor como sacrifício por seus pecados e pelos pecados do mundo.
“A raiva não vai embora automaticamente na primeira tentativa”, explicou. “Devemos continuar oferecendo-lhe a Deus como sacrifício”.
O Pe. Morrow assegurou ainda que essa atitude ante os aborrecimentos não significa que as pessoas devam converter-se em “covardes incapazes” de expressar sua insatisfação com as ações dos outros.
Por isso, menciona o exemplo de Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho de Hipona. Muitos dos homens de Tagaste nessa época tinham atitudes violentas e o esposo de Santa Mônica não era uma exceção. Quando voltava para casa e gritava com Santa Mônica, dizia-lhe que se acalmasse. Algumas vezes, depois da explosão de raiva do seu marido, a santa se aproximava dele tranquilamente e com calma lhe explicava suas reclamações.
“Santa Mônica não era covarde. Tinha um objetivo concreto, queria ser santa e queria a conversão do seu filho. Perseverou em seus objetivos com entusiasmo e, como consequência disto, o seu violento marido e o seu filho Agostinho se converteram”.
Para mais informação, consulte o livro do Pe. Morrow, Overcoming Sinful Anger, que inclui um manual desenvolvido pelo sacerdote após anos como mediador matrimonial e diretor espiritual, além de ter realizado sua tese doutoral sobre a Teologia do Corpo de São João Paulo II, no Instituto para Estudos sobre Matrimônio e Família.